Hermano era um homem muito bonito e conhecido, casado com Julieta. Julieta era uma garota que não frequentava a sociedade e nem era bonita. O casamento dela e de Hermano surpreendeu a todos, mas eles se amavam muito, não suportavam se separar. Depois de alguns anos de casados Julieta engravidou, não resistindo à gravidez morreu junto ao feto. Uma parte de Hermano morreu junto com Julieta, a partir daí ele passou a viver trancado em casa vivendo uma alucinação das lembranças que tinha com a esposa.
Amalia era uma linda moça que morava em São Clemente com seus pais,vizinha de Hermano, tinha vários pretendentes, mas menosprezava todos eles, preferindo a vida de solteira. Mesmo ainda brincando de bonecas ela adorava ir aos salões onde dançava e era muito requisitada.
Amália sempre observava o casal Hermano e Julieta, e apreciava o amor que exista entre eles. A familia de Amalia e Hermano tinham um amigo em comum, o Dr. Henrique Teixeira, que era recém chegado da Europa. Teixeira após a morte de Julieta, assim que percebeu as alucinações de Hermano o levou para a Europa consigo, para ajuda-lo, mas não obteve sucesso, Hermano voltou para sua chácara ao lado da casa de Amália.
Em sua chácara Hermano continua vivendo suas alucinações, e com a ajuda de Abreu, um homem de confiança que era o pai criação de Julieta.
Amália passa a conhecer melhor a vida de Hermano através do amigo, Henrique Teixeira, que passa a frequentar muito sua casa. A curiosidade de Amalia sobre Hermano cresce, e ela passa a bislhotar sua casa todos os dias, se sentindo como uma irmã, uma parte de Julieta. Certo dia ao observar a casa do vizinho Amalia vê uma mulher la dentro e se sente ofendida, tomando as dores da falecida Julieta.
O pai de Amália, Sr. Veiga, observa o interesse da filha pelo médico Dr. Teixara, e supõe um namoro da filha com o doutor, enquanto esta só buscava informações de Hermano. Amália passa a sentir uma atração por Hermano e começa a chamar a sua atenção através de seus talentos, como para a música, que era um talento comum entre ela e Julieta. Hermano e Amália enfim se conhecem, o viúvo passa a frequentar sua casa e eles ficam noivos.
Hermano propõe uma reforma de sua casa, mas durante a reforma mantêm intactos os lugares da casa onde Julieta frequentava, Amália descobre esses lugares e compreende o que se passava com o marido, ele adorava imagens criadas para representar Julieta, essas imagens eram estátuas de ceras, era a imagem da mulher que Amalia vira uma vez de sua casa. Compreendendo Hermano Amalia então decidi que vai mesmo se casar.
Mesmo depois de algum tempo de casados Amália e Hermano não vivem uma relação de marido e mulher, Hermano teme a memória da falecida, não quer romper o pacto de amor que fizeram no passado. Amália então passa a se transformar em Julieta, passa a se vestir como ela e agir como ela, deixando Hermano confuso em relação aos seus sentimentos por Amália e Julieta.
Hermano não se achava digno de ter uma esposa como Amália e nem mesmo à memória de Julieta e cogitava o suicidio. Certo dia o marido e a esposa foram a um baile, mas Hermano voltou mais cedo para casa, se trancou nos aposentos de Julieta e ligou o gás esperando que ele entrasse em contato com o aluz da vela, incendiando o cômodo. Enquanto o gás enchia o cômodo, Hermano tinha alucinações em que via Amália e Julieta, e pedia que Julieta não se afastasse dele e que selassem suas almas, nisso Amália que tinha percebido intuito do marido ao ir embora chega lhe beija. Amália e Julieta eram uma só em Amália.
A casa em que moravam foi destruida pelas chamas assim que sairam. Eles passaram uma temporada na Europa, mas anos depois voltaram a São Clemente. Na Espanha tiveram uma filha, chamada Julieta, que completava a felicidade deles. A menina era muito parecida com Julieta, o que não era geneticamente justificavel. Viveram muito felizes.
terça-feira, 19 de abril de 2011
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Propaganda eleitoral
Propaganda eleitoral
A propaganda é um meio de publicidade, com o objetivo de divulgar idéias.
Nas últimas semanas as propagandas mais comentadas são as eleitorais. Ninguém consegue fugir delas, elas estão por toda parte, e tentam de todo jeito te convencer a votar no canditado. Na TV e nas rádios as propagandas já disputam audiência com outras programações, alguns candidatos já viraram motivo de piada pois: " PIOR QUE TÁ NÃO FICA!". Na TV dois blocos de 50 minutos são reservados à propaganda eleitoral, alguns candidatos falam suas propostas que em muitas vezes parecem gozação com os eleitores. Ao sair na rua, já na porta de sua casa você se depara com um enorme outdoor, e com no mínimo três carros de som divulgando um candidato. Tudo bem que a propaganda eleitoral é necessária, pois sem ela não haveria como os candidatos se divulgarem, mas elas não deviam tomar toda essa proporção, pois passaram a ser uma verdadeira poluição sonora e visual.
O importante não é o candidato parecer simpático, bonito ou engraçado, o importante é ele mostrar serviço e responsabilidade, pois governar um país ou um estado não é uma piada, mas sim um serviço prestado à comunidade, que trabalha todos os dias e que luta por uma vida melhor, que espera em seu candidato uma iniciativa para que a condição de vida da população brasileira melhore, que a fome seja combatida, que a pobreza não exista, que os empregos aumentem, que as cidades melhorem sua infraestrutura. Resumindo todos nós brasileiros e eleitores esperamos que nossos candidatos sejam honestos e que lutem e por uma comuunidade melhor.
A propaganda é um meio de publicidade, com o objetivo de divulgar idéias.
Nas últimas semanas as propagandas mais comentadas são as eleitorais. Ninguém consegue fugir delas, elas estão por toda parte, e tentam de todo jeito te convencer a votar no canditado. Na TV e nas rádios as propagandas já disputam audiência com outras programações, alguns candidatos já viraram motivo de piada pois: " PIOR QUE TÁ NÃO FICA!". Na TV dois blocos de 50 minutos são reservados à propaganda eleitoral, alguns candidatos falam suas propostas que em muitas vezes parecem gozação com os eleitores. Ao sair na rua, já na porta de sua casa você se depara com um enorme outdoor, e com no mínimo três carros de som divulgando um candidato. Tudo bem que a propaganda eleitoral é necessária, pois sem ela não haveria como os candidatos se divulgarem, mas elas não deviam tomar toda essa proporção, pois passaram a ser uma verdadeira poluição sonora e visual.
O importante não é o candidato parecer simpático, bonito ou engraçado, o importante é ele mostrar serviço e responsabilidade, pois governar um país ou um estado não é uma piada, mas sim um serviço prestado à comunidade, que trabalha todos os dias e que luta por uma vida melhor, que espera em seu candidato uma iniciativa para que a condição de vida da população brasileira melhore, que a fome seja combatida, que a pobreza não exista, que os empregos aumentem, que as cidades melhorem sua infraestrutura. Resumindo todos nós brasileiros e eleitores esperamos que nossos candidatos sejam honestos e que lutem e por uma comuunidade melhor.
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Conto Inspirado em Clarisse Lispector
Anônimo
Havia flores em todo o casarão, em toda a casa sentia o aroma das rosas, rosas de diversas cores: vermelhas, rosas, amarelas.., isso foi exigência de minha avó que era muito supersticiosa e exigia que seguisse todos os rituais, ela dizia que as rosas me trariam muita felicidade, como nos bons anos em que ela havia vivido com meu avô naquela mesma casa onde estava me casando. Era mês de maio, com o início da primavera o jardim também estava todo florido, nunca tinha visto um lugar tão lindo quanto aquele. No quarto em que eu estava tinha mais de dez mulheres só para ajeitar a calda do meu vestido, que levou três meses para ficar pronto, era uma emoção indescritível. Era apavorante pensar que teria que sair de casa, que viveria outra vida longe dos meus pais, mas também era emocionante pensar que dali a diante eu viveria uma nova vida, constituiria uma nova família e acordaria o resto dos dias de minha vida ao lado do homem que amava. A cerimônia foi perfeita, no jardim foi montado um altar, no final da missa não havia quem não tivesse chorado. Após o casamento fomos para o Rio de Janeiro e em um hotel bem requintado tivemos nossa primeira noite de amor. Lá ficamos durante uma semana, visitamos o Cristo Redentor, Pão de Açúcar, a praia de Copacabana e vivemos longos dias de amor. No nosso primeiro mês de casados alugamos um apartamento para morar, pois nossa casa ainda estava em construção, mas no mês seguinte já nos mudamos para ela, vivíamos uma eterna lua de mel, até que com um ano de casados soube que estava grávida, ele ficou radiante, pois sempre sonhou em ter um filho homem para que pudesse levar aos jogos de futebol, mas três meses depois soube que estava grávida de uma menina, percebi que ficou desapontado, mas ele negou, disse que seria ótimo, ao menos ela me faria companhia pois eu ficava o dia todo sozinha em casa.
O tempo foi passando e a gente se amando, minha filha nasceu, seu nome foi escolhido pelo pai, em homenagem a sua mãe. Ela cresceu e com 4 anos entrou na escolinha lembro que ela voltava todo dia entusiasmada cantando uma nova música que havia aprendido, mas meu marido andava estressado, não tinha paciência para nada. Quando a pequena começava a cantar ele xingava, dizia que queria sossego e que naquela casa não encontrava mais aquilo. Apesar de tudo eu ainda o tratava com muito carinho e amor.
Teve uma noite em que ele chegou em casa tarde, não atendia meus telefonemas, e também não havia me dito que iria sair, comecei a ficar preocupada, pensando que tivesse acontecido alguma coisa, pois era a primeira vez que ele demorara tanto pra chegar, mas quando chegou ele estava bêbado e fora de si, chegou batendo a porta e me xingando quando percebi ele estava na minha frente me dando um tapa na cara, tentei fugir, mas não consegui me libertar daqueles braços fortes, onde um dia quis sempre estar junto, ele me jogou no chão, onde um dia nos deitamos para juntos assistir um filme, mas desta vez ele me chutou, descontando em mim todo o seu ódio e sua raiva, não gritei, com medo de que minha filha acordasse e ainda visse a deprimente situação em que sua mãe se encontrava, apenas fiquei ali, chorando e sofrendo, como um saco de pancadas eu vi o homem que amava me batendo.
Essa sena se repetiu por diversas vezes, e ele chegava cada vez mais tarde, a gente não conversava mais, ao menos com nossa filha ele ainda se dava bem. Passei a dormir no quarto de minha filha, quando davam nove horas me trancava no quarto com ela.
Eu não entendia essa reação dele, porque ele agora fazia isso? Seria infidelidade? Ele havia se cansado de mim? Juro que não entendo.
Decidi, que não iria mais suportar aquilo, então procurei a mãe dele, o que só piorou as coisas, pois quando ela conversou com ele sobre o assunto ele ficou muito mais alterado, chegou em casa e exigiu que abrisse a porta do quarto, então fui mais uma vez espancada. Eu não conseguia mais sair na rua e minha filha já havia percebido que tinha algo errado, pois eu sempre estava com a pele roxa, mas eu dizia para ela que era apenas “uma maquiagem nova que a mamãe comprou”.
Certo dia nós dois sentamos para conversar, e eu o lembrei dos bons tempos que passamos juntos e ele se lastimou, ele disse que eu havia mudado muito, que não era a mesma com que ele havia se casado, que havia me acomodado. Mas não era bem assim, ele sim que havia mudado, e muito, no fim da conversa ele disse que tentaria mudar, mas que eu também deveria me “comportar” e obedecê-lo.
Ele não mudou, não tenho mais a quem me recorrer ainda o amo e tento lhe obedecer, vivo por minha filha e na esperança que ele um dia volte a me dar valor.
Havia flores em todo o casarão, em toda a casa sentia o aroma das rosas, rosas de diversas cores: vermelhas, rosas, amarelas.., isso foi exigência de minha avó que era muito supersticiosa e exigia que seguisse todos os rituais, ela dizia que as rosas me trariam muita felicidade, como nos bons anos em que ela havia vivido com meu avô naquela mesma casa onde estava me casando. Era mês de maio, com o início da primavera o jardim também estava todo florido, nunca tinha visto um lugar tão lindo quanto aquele. No quarto em que eu estava tinha mais de dez mulheres só para ajeitar a calda do meu vestido, que levou três meses para ficar pronto, era uma emoção indescritível. Era apavorante pensar que teria que sair de casa, que viveria outra vida longe dos meus pais, mas também era emocionante pensar que dali a diante eu viveria uma nova vida, constituiria uma nova família e acordaria o resto dos dias de minha vida ao lado do homem que amava. A cerimônia foi perfeita, no jardim foi montado um altar, no final da missa não havia quem não tivesse chorado. Após o casamento fomos para o Rio de Janeiro e em um hotel bem requintado tivemos nossa primeira noite de amor. Lá ficamos durante uma semana, visitamos o Cristo Redentor, Pão de Açúcar, a praia de Copacabana e vivemos longos dias de amor. No nosso primeiro mês de casados alugamos um apartamento para morar, pois nossa casa ainda estava em construção, mas no mês seguinte já nos mudamos para ela, vivíamos uma eterna lua de mel, até que com um ano de casados soube que estava grávida, ele ficou radiante, pois sempre sonhou em ter um filho homem para que pudesse levar aos jogos de futebol, mas três meses depois soube que estava grávida de uma menina, percebi que ficou desapontado, mas ele negou, disse que seria ótimo, ao menos ela me faria companhia pois eu ficava o dia todo sozinha em casa.
O tempo foi passando e a gente se amando, minha filha nasceu, seu nome foi escolhido pelo pai, em homenagem a sua mãe. Ela cresceu e com 4 anos entrou na escolinha lembro que ela voltava todo dia entusiasmada cantando uma nova música que havia aprendido, mas meu marido andava estressado, não tinha paciência para nada. Quando a pequena começava a cantar ele xingava, dizia que queria sossego e que naquela casa não encontrava mais aquilo. Apesar de tudo eu ainda o tratava com muito carinho e amor.
Teve uma noite em que ele chegou em casa tarde, não atendia meus telefonemas, e também não havia me dito que iria sair, comecei a ficar preocupada, pensando que tivesse acontecido alguma coisa, pois era a primeira vez que ele demorara tanto pra chegar, mas quando chegou ele estava bêbado e fora de si, chegou batendo a porta e me xingando quando percebi ele estava na minha frente me dando um tapa na cara, tentei fugir, mas não consegui me libertar daqueles braços fortes, onde um dia quis sempre estar junto, ele me jogou no chão, onde um dia nos deitamos para juntos assistir um filme, mas desta vez ele me chutou, descontando em mim todo o seu ódio e sua raiva, não gritei, com medo de que minha filha acordasse e ainda visse a deprimente situação em que sua mãe se encontrava, apenas fiquei ali, chorando e sofrendo, como um saco de pancadas eu vi o homem que amava me batendo.
Essa sena se repetiu por diversas vezes, e ele chegava cada vez mais tarde, a gente não conversava mais, ao menos com nossa filha ele ainda se dava bem. Passei a dormir no quarto de minha filha, quando davam nove horas me trancava no quarto com ela.
Eu não entendia essa reação dele, porque ele agora fazia isso? Seria infidelidade? Ele havia se cansado de mim? Juro que não entendo.
Decidi, que não iria mais suportar aquilo, então procurei a mãe dele, o que só piorou as coisas, pois quando ela conversou com ele sobre o assunto ele ficou muito mais alterado, chegou em casa e exigiu que abrisse a porta do quarto, então fui mais uma vez espancada. Eu não conseguia mais sair na rua e minha filha já havia percebido que tinha algo errado, pois eu sempre estava com a pele roxa, mas eu dizia para ela que era apenas “uma maquiagem nova que a mamãe comprou”.
Certo dia nós dois sentamos para conversar, e eu o lembrei dos bons tempos que passamos juntos e ele se lastimou, ele disse que eu havia mudado muito, que não era a mesma com que ele havia se casado, que havia me acomodado. Mas não era bem assim, ele sim que havia mudado, e muito, no fim da conversa ele disse que tentaria mudar, mas que eu também deveria me “comportar” e obedecê-lo.
Ele não mudou, não tenho mais a quem me recorrer ainda o amo e tento lhe obedecer, vivo por minha filha e na esperança que ele um dia volte a me dar valor.
terça-feira, 25 de maio de 2010
Conto "A Galinha" - Clarice Lispector
O conto "A Galinha" fala sobre uma galinha que estava prestes a morrer, mas depois de fugir e ser capturada botou um ovo e fez com que seus donos passassem a gostar dela. O conto dá muito valor ao ovo, pois afinal ele salvou a vida da galinha, acho que os donos só queriam matá-la porque ela não botava nenhum ovo. Mas no final como no conto "A galinha dos ovos de ouro", a galinha é morta, não se sabe o porque, mas deduso que seja porque ela não estava botando o suficiente para satisfazer os donos, que então a mataram.
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